1/3/2018 19:51
Além do quarteto alviverde, também o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, foi convocado a pedido do mandatário do tribunal, o delegado Antonio Olim - que, na opinião do mandatário do Palmeiras, Maurício Galiotte, errou ao dizer em entrevista que os chamaria antes mesmo de ter ciência da súmula da partida.
– O Palmeiras repreende, desaprova totalmente a postura do presidente do TJD, dando entrevistas depois do jogo, dizendo que vai chamar jogador A, B, C ou D sem ler súmula. Não é uma atitude à altura da instituição, à altura do presidente do TJD. Essa é a posição do Palmeiras, e vamos nos defender – disse o dirigente, em Barranquilla, onde a equipe estreia na Libertadores, contra o Junior.
O ponto de partida são as reclamações dos palmeirenses contra a arbitragem de Raphael Claus, em específico o primeiro pênalti dado por ele a favor do Corinthians, quando o goleiro Jailson entra com a sola na coxa do corintiano Renê Júnior, mas a jogada segue, e a penalidade só é assinalada dez segundos mais tarde.
– Perdemos o jogo porque nosso adversário foi superior, ponto. Em relação à arbitragem, houve uma situação bastante polêmica, com uma marcação segundos depois, o que é uma inovação de regra na nossa opinião. Mas o que importa é que o Palmeiras não esteve bem, não foi a arbitragem que comprometeu ou que determinou o resultado. O Palmeiras não fez por merecer – minimizou Galiotte.
O que o TJD quer saber:
Por que Jailson disse, em entrevistas após o jogo, "mais uma vez, fomos garfados aqui dentro";
Por que Dudu disse, em entrevistas após o jogo, "aqui não tem como jogar, na dúvida é Corinthians";
Por que e para quem Felipe Melo mostrou o dedo médio em campo (não temos esta imagem);
Por que Alexandre Mattos e Andrés Sanchez cercam Raphael Claus após o jogo, na saída do gramado, rumo ao vestiário.
Baseado no relato dos cinco, a procuradoria do TJD decidirá se eles serão denunciados (e julgados) ou não.
Galiotte reprova atitude de presidente do TJD e diz que Palmeiras vai se defender
Três jogadores e o diretor de futebol do clube foram convocados para "darem explicações" sobre acontecimentos no clássico contra o Corinthians, pelo Campeonato Paulista
Foto: Marcos Ribolli
Na próxima segunda-feira, três jogadores (Jailson, Felipe Melo e Dudu) e o diretor de futebol do Palmeiras (Alexandre Mattos) irão ao Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) para "darem explicações" sobre seus respectivos comportamentos durante o clássico contra o Corinthians, no dia 24 de março, em Itaquera.
Além do quarteto alviverde, também o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, foi convocado a pedido do mandatário do tribunal, o delegado Antonio Olim - que, na opinião do mandatário do Palmeiras, Maurício Galiotte, errou ao dizer em entrevista que os chamaria antes mesmo de ter ciência da súmula da partida.
– O Palmeiras repreende, desaprova totalmente a postura do presidente do TJD, dando entrevistas depois do jogo, dizendo que vai chamar jogador A, B, C ou D sem ler súmula. Não é uma atitude à altura da instituição, à altura do presidente do TJD. Essa é a posição do Palmeiras, e vamos nos defender – disse o dirigente, em Barranquilla, onde a equipe estreia na Libertadores, contra o Junior.
O ponto de partida são as reclamações dos palmeirenses contra a arbitragem de Raphael Claus, em específico o primeiro pênalti dado por ele a favor do Corinthians, quando o goleiro Jailson entra com a sola na coxa do corintiano Renê Júnior, mas a jogada segue, e a penalidade só é assinalada dez segundos mais tarde.
– Perdemos o jogo porque nosso adversário foi superior, ponto. Em relação à arbitragem, houve uma situação bastante polêmica, com uma marcação segundos depois, o que é uma inovação de regra na nossa opinião. Mas o que importa é que o Palmeiras não esteve bem, não foi a arbitragem que comprometeu ou que determinou o resultado. O Palmeiras não fez por merecer – minimizou Galiotte.
O que o TJD quer saber:
Por que Jailson disse, em entrevistas após o jogo, "mais uma vez, fomos garfados aqui dentro";
Por que Dudu disse, em entrevistas após o jogo, "aqui não tem como jogar, na dúvida é Corinthians";
Por que e para quem Felipe Melo mostrou o dedo médio em campo (não temos esta imagem);
Por que Alexandre Mattos e Andrés Sanchez cercam Raphael Claus após o jogo, na saída do gramado, rumo ao vestiário.
Baseado no relato dos cinco, a procuradoria do TJD decidirá se eles serão denunciados (e julgados) ou não.
Postado por
Caio de Castro
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