27/2/2020 12:56
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Paulo Bento (Cruzeiro)
Atual treinador da Seleção da Coréia do Sul, o lusitano teve uma passagem relâmpago e nada inspirada pelo futebol mineiro. Contratado pelo ?Cruzeiro em maio de 2016, Paulo Bento deixou o clube após somente três meses de trabalho. Os resultados ruins acumulados e os problemas de vestiário sacramentaram a ruptura. Com Mano, a Raposa reagiu e escapou da queda.
Daniel Passarella (Corinthians)
Sua contratação ainda é difícil de ser explicada nos dias de hoje. Trazido pelo ?Corinthians em abril de 2005 - time que, à época, contava com três argentinos em seu elenco, incluindo Carlos Tévez -, durou apenas um mês no cargo. Foi demitido em maio, após polêmicas de bastidores e problemas internos, incluindo o afastamento de jogadores importantes do elenco.
Miguel Ángel Portugal (Athletico)
O espanhol de 64 anos está, atualmente, no futebol boliviano. No Brasil, somou apenas uma curta e turbulenta passagem pelo ?Athletico Paranaense, pedindo demissão após 13 partidas disputadas. Seu retrospecto não foi nada positivo: cinco vitórias, dois empates e seis derrotas.
Ricardo Gareca (Palmeiras)
Adorado pelo povo peruano pelo excelente trabalho à frente da Seleção Rojiblanca, o argentino não tem o mesmo apreço/prestígio junto ao torcedor do ?Palmeiras. Comandou o clube paulista entre junho e setembro de 2014, somando apenas 33% de aproveitamento total. Tinha potencial para mais, mas suas ideias acabaram não se transformando em resultado na Academia.
?Augusto Inácio (Avaí)
Após o 'fenômeno Jorge Jesus' no Flamengo, outros times do futebol brasileiro apostaram em técnicos lusitanos para 2020. Augusto Inácio foi a escolha do Avaí, mas a investida saiu muito diferente do que o torcedor do Leão imaginava: demissão após sete partidas. A eliminação na primeira fase da Copa do Brasil para a Ferroviária acabou pesando na decisão.
Lothar Matthäus (Athletico)
Alemão campeão do mundo e Bola de Ouro em terras brasileiras? Também já teve! Em 2006, o Athletico Paranaense chocou a todos ao anunciar Lothar Matthäus como seu treinador para a temporada. O início de trabalho foi bom dentro das quatro linhas, mas recheados de polêmicas externas. Deixou o clube por livre e espontânea vontade, alegando saudades da família.
Rafael Dudamel (Atlético-MG)
Seu caso é a inspiração para essa lista. Tirado da Seleção Venezuelana pelo projeto de 'longo prazo' do ?Atlético-MG, Dudamel ficou menos de dois meses à frente da equipe. Sua filosofia de futebol agradava a torcida e dirigentes, mas o acúmulo de resultados ruins - incluindo duas eliminações vexatórias em fases primárias da Sul-Americana e da Copa do Brasil -, acabaram tornando insustentável sua permanência no clube.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
7 técnicos estrangeiros que fracassaram no Brasil
Na madrugada de quarta para quinta-feira (27), a elite do futebol nacional testemunhou mais uma precoce demissão: anunciado na primeira semana de janeiro, Rafael Dudamel já ?não é mais o técnico do Atlético-MG. Foram apenas dez jogos disputados à frente da equipe mineira, passagem mais curta por um comandante alvinegro desde 2004. Mas a história da Série A está repleta de casos semelhantes: relembramos, aqui, sete treinadores estrangeiros que não deram certo em solo brasileiro. Confira:
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Paulo Bento (Cruzeiro)
Atual treinador da Seleção da Coréia do Sul, o lusitano teve uma passagem relâmpago e nada inspirada pelo futebol mineiro. Contratado pelo ?Cruzeiro em maio de 2016, Paulo Bento deixou o clube após somente três meses de trabalho. Os resultados ruins acumulados e os problemas de vestiário sacramentaram a ruptura. Com Mano, a Raposa reagiu e escapou da queda.
Daniel Passarella (Corinthians)
Sua contratação ainda é difícil de ser explicada nos dias de hoje. Trazido pelo ?Corinthians em abril de 2005 - time que, à época, contava com três argentinos em seu elenco, incluindo Carlos Tévez -, durou apenas um mês no cargo. Foi demitido em maio, após polêmicas de bastidores e problemas internos, incluindo o afastamento de jogadores importantes do elenco.
Miguel Ángel Portugal (Athletico)
O espanhol de 64 anos está, atualmente, no futebol boliviano. No Brasil, somou apenas uma curta e turbulenta passagem pelo ?Athletico Paranaense, pedindo demissão após 13 partidas disputadas. Seu retrospecto não foi nada positivo: cinco vitórias, dois empates e seis derrotas.
Ricardo Gareca (Palmeiras)
Adorado pelo povo peruano pelo excelente trabalho à frente da Seleção Rojiblanca, o argentino não tem o mesmo apreço/prestígio junto ao torcedor do ?Palmeiras. Comandou o clube paulista entre junho e setembro de 2014, somando apenas 33% de aproveitamento total. Tinha potencial para mais, mas suas ideias acabaram não se transformando em resultado na Academia.
?Augusto Inácio (Avaí)
Após o 'fenômeno Jorge Jesus' no Flamengo, outros times do futebol brasileiro apostaram em técnicos lusitanos para 2020. Augusto Inácio foi a escolha do Avaí, mas a investida saiu muito diferente do que o torcedor do Leão imaginava: demissão após sete partidas. A eliminação na primeira fase da Copa do Brasil para a Ferroviária acabou pesando na decisão.
Lothar Matthäus (Athletico)
Alemão campeão do mundo e Bola de Ouro em terras brasileiras? Também já teve! Em 2006, o Athletico Paranaense chocou a todos ao anunciar Lothar Matthäus como seu treinador para a temporada. O início de trabalho foi bom dentro das quatro linhas, mas recheados de polêmicas externas. Deixou o clube por livre e espontânea vontade, alegando saudades da família.
Rafael Dudamel (Atlético-MG)
Seu caso é a inspiração para essa lista. Tirado da Seleção Venezuelana pelo projeto de 'longo prazo' do ?Atlético-MG, Dudamel ficou menos de dois meses à frente da equipe. Sua filosofia de futebol agradava a torcida e dirigentes, mas o acúmulo de resultados ruins - incluindo duas eliminações vexatórias em fases primárias da Sul-Americana e da Copa do Brasil -, acabaram tornando insustentável sua permanência no clube.
Palmeiras, verdão, alviverde, Alianz Parque, CT da barra funda, paulista, libertadores, mundial, brasileiro, copa do brasil, Vanderlei Luxemburgo, técnico,
Postado por
Rudney Rodrigues Xavier
-
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Sem jogadores de expressão e a maioria pé de ratos e mercenários... não é fácil fazer milagres.