18/4/2020 12:31
“Uma situação que estava praticamente encaminhada era a do Boca Juniors, com o Batistuta. Já havíamos conversado várias vezes sobre como iríamos trabalhar. Mas não venceu a chapa que defendia essa situação”, comentou.
Felipão chegou a receber propostas de seleções após deixar o Verdão. Ele confirma o contato e a negociação, mas alega não ter chegado a um acordo: “Depois que saí do Palmeiras tive duas oportunidades de trabalhar em seleções. Uma na América do Sul e outra na Coreia. Por questões de valores, por uma razão ou outra, não seguimos em frente”.
Após ter exercido a profissão em mais de sete países, de diferentes parte do mundo, Felipão tem as portas abertas em muitos lugares. Segundo o treinador, brasileiros e asiáticos foram os que mais o procuraram para que assumisse um novo trabalho. O pentacampeão diz ter ouvido as propostas, e não tem preferência por um país específico.
“Hoje em dia tenho recebido algumas propostas de clubes brasileiros e da Ásia. Tenho pensado, conversado, se há possibilidades. Nesse momento a possibilidade de os clubes investirem e contratarem é mais remota, por conta do vírus. Eu não tenho predileção em trabalhar no Brasil ou fora, trabalhei em sete países e tenho liberdade para dizer que sou bem aceito fora do país. Mas se fosse uma boa equipe daqui, trabalharia”.
O que é certo é o desejo de Scolari em se manter ativo no futebol, e como técnico. Conta que está aberto a propostas, e que analisará os projetos junto a sua comissão. O que está fora de cogitação é a aposentadoria. O treinador acredita que tanto ele, quanto os profissionais com quem trabalha, ainda são muito qualificados para o mercado atual.
“Não tenho nada definido, depende da oportunidade. Se tiver um bom projeto, uma coisa definida, que possamos conhecer e trabalhar, claro que eu trabalharia em qualquer lugar do Brasil ou do mundo. Pretendo continuar por mais uns dois, três anos, dentro do futebol como técnico. Isso sim eu vou continuar”.
Palmeiras, Felipão, Boca Juniors, Mercado da bola, Verdão, SEP
Felipão fala sobre futuro e cita Boca Juniors: “Estava praticamente encaminhado”
O consagrado técnico Luiz Felipe Scolari quer seguir a carreira de técnico de futebol quando as atividades forem retomadas. O experiente e vitorioso treinador, em entrevista à ‘Rádio Transamérica’, revelou propostas de diferentes seleções, clubes e uma em especial: o Boca Juniors. Segundo o ex-comandante do Palmeiras, o acordo com o clube argentino estava muito próximo de acontecer.
“Uma situação que estava praticamente encaminhada era a do Boca Juniors, com o Batistuta. Já havíamos conversado várias vezes sobre como iríamos trabalhar. Mas não venceu a chapa que defendia essa situação”, comentou.
Felipão chegou a receber propostas de seleções após deixar o Verdão. Ele confirma o contato e a negociação, mas alega não ter chegado a um acordo: “Depois que saí do Palmeiras tive duas oportunidades de trabalhar em seleções. Uma na América do Sul e outra na Coreia. Por questões de valores, por uma razão ou outra, não seguimos em frente”.
Após ter exercido a profissão em mais de sete países, de diferentes parte do mundo, Felipão tem as portas abertas em muitos lugares. Segundo o treinador, brasileiros e asiáticos foram os que mais o procuraram para que assumisse um novo trabalho. O pentacampeão diz ter ouvido as propostas, e não tem preferência por um país específico.
“Hoje em dia tenho recebido algumas propostas de clubes brasileiros e da Ásia. Tenho pensado, conversado, se há possibilidades. Nesse momento a possibilidade de os clubes investirem e contratarem é mais remota, por conta do vírus. Eu não tenho predileção em trabalhar no Brasil ou fora, trabalhei em sete países e tenho liberdade para dizer que sou bem aceito fora do país. Mas se fosse uma boa equipe daqui, trabalharia”.
O que é certo é o desejo de Scolari em se manter ativo no futebol, e como técnico. Conta que está aberto a propostas, e que analisará os projetos junto a sua comissão. O que está fora de cogitação é a aposentadoria. O treinador acredita que tanto ele, quanto os profissionais com quem trabalha, ainda são muito qualificados para o mercado atual.
“Não tenho nada definido, depende da oportunidade. Se tiver um bom projeto, uma coisa definida, que possamos conhecer e trabalhar, claro que eu trabalharia em qualquer lugar do Brasil ou do mundo. Pretendo continuar por mais uns dois, três anos, dentro do futebol como técnico. Isso sim eu vou continuar”.
Palmeiras, Felipão, Boca Juniors, Mercado da bola, Verdão, SEP
Postado por
Thiago martins De Almeida
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