22/4/2020 20:32
LEIA TAMBÉM: Clubes paulistas solicitam a João Dória reinício no dia 11 de maio; confira
- Tínhamos uma situação de trabalho e organização da equipe em que nos baseávamos bastante nas características dos atletas que jogavam. O que nos dava suporte para aquele estilo de jogo era o Deyverson, que joga muito e fez um Campeonato Brasileiro espetacular em 2018, sendo um dos alicerces do título do Palmeiras. Ele fazia uma marcação muito forte no campo adversário, e trazia, junto com ele, os nossos jogadores - disse Felipão à Fox Sports.
- No começo da Copa América, notamos que a equipe já não tinha aquela agressividade e postura. Nem o Deyverson dava o que pretendíamos. Não conseguimos arranjar a equipe de forma igual aos nove primeiros jogos do Brasileiro e como jogamos desde que chegamos, em 2018. As alternativas que procurávamos não correspondiam. Os atletas tentavam, mas não era a mesma coisa. Não conseguimos dar sequência naquele trabalho - completou.
- A derrota na Copa do Brasil, nos pênaltis, para o Internacional, quando já estávamos quase na semifinal, e depois, a derrota em casa, para o Grêmio, de virada, quando tínhamos o jogo à disposição, foram fatores que influenciaram na nossa saída - prosseguiu Scolari, demitido em agosto, menos de dois meses depois da retomada das competições com o fim da Copa América.
A eliminação para o Grêmio, na Libertadores, foi ainda mais marcante. O Verdão tinha vencido a ida das quartas de final, em Porto Alegre, por 1 a 0. Mas perdeu, de virada, por 2 a 1, no Pacaembu, caindo por ter feito menos gols fora de casa. Causando uma frustração que já tinha ocorrido na semifinal do ano anterior, quando o Boca Juniors ganhou por 2 a 0 na Argentina e avançou à final com 2 a 2 no Allianz Parque. O sonho de outra Libertadores no clube, então, não foi cumprido por Felipão.
- Quando vim para o Palmeiras, a intenção era ganhar mais uma Libertadores em um, dois anos. Era tudo que queríamos e imaginávamos em 2018 e 2019. Tínhamos uma excelente equipe, bem organizada, e com a possibilidade de contrato de um ou outro jogador. Perdemos em dois momentos cruciais, por determinadas situações que não conhecíamos ou conhecíamos e não conseguimos fazer com que o adversário fizesse errado - lembrou.
- Pecamos, contra o Boca Juniors, em dois momentos no segundo tempo e tomamos dois gols, e o Boca Juniors soube se colocar à vontade no segundo jogo. Depois, em casa, tivemos dificuldade contra o Grêmio e fomos superados em dois momentos, principalmente, com a qualidade muito grande de um atleta do Grêmio - recordou, falando do atacante Everton.
Felipão, campeão da Copa do Mundo de 2002 com a Seleção Brasileira, ainda define a Libertadores que venceu com o Palmeiras, em 1999, como a sua principal conquista na competição continental de clube. Maior até do que a edição de 1995, que ganhou à frente do Grêmio.
- A Libertadores que ganhamos foram difíceis, como é normal. Pela história, o melhor jogo foi o nosso jogo final, ganhando nos pênaltis, pelo Palmeiras, com o Zinho, nosso melhor batedor, começando acertando a trave, o Marcos caindo nos cantos errados e fomos até a quarta bola com ela batendo na trave e passando, nas costas do Marcos, a centímetros de entrar. E ganhamos no último pênalti. Embora tenha ganhado só duas, essa vou me lembrar como a melhor de todas, por ter sido mais difícil - recordou.
Palmeiras, Felipão, Entrevista, Deyverson, Rendimento, Brasileirão, 2018, Verdão
Em entrevista, Felipão acusa piora de Deyverson para explicar queda de rendimento do Palmeiras em 2019
Técnico falou sobre a queda de rendimento do Verdão depois da Copa América do ano passado e lamenta não ter cumprido meta de ganhar mais uma Libertadores pelo clube
Em 2019, o Palmeiras fazia campanha quase perfeita nas nove primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro e folgava na liderança. Porém, na volta do torneio após a Copa América, o time perdeu força, a ponto de ter gerado a demissão de Luiz Felipe Scolari. O experiente técnico explica que a queda tem muito a ver com a piora de alguém fundamental para fazer seu esquema funcionar em campo: Deyverson.
LEIA TAMBÉM: Clubes paulistas solicitam a João Dória reinício no dia 11 de maio; confira
- Tínhamos uma situação de trabalho e organização da equipe em que nos baseávamos bastante nas características dos atletas que jogavam. O que nos dava suporte para aquele estilo de jogo era o Deyverson, que joga muito e fez um Campeonato Brasileiro espetacular em 2018, sendo um dos alicerces do título do Palmeiras. Ele fazia uma marcação muito forte no campo adversário, e trazia, junto com ele, os nossos jogadores - disse Felipão à Fox Sports.
- No começo da Copa América, notamos que a equipe já não tinha aquela agressividade e postura. Nem o Deyverson dava o que pretendíamos. Não conseguimos arranjar a equipe de forma igual aos nove primeiros jogos do Brasileiro e como jogamos desde que chegamos, em 2018. As alternativas que procurávamos não correspondiam. Os atletas tentavam, mas não era a mesma coisa. Não conseguimos dar sequência naquele trabalho - completou.
- A derrota na Copa do Brasil, nos pênaltis, para o Internacional, quando já estávamos quase na semifinal, e depois, a derrota em casa, para o Grêmio, de virada, quando tínhamos o jogo à disposição, foram fatores que influenciaram na nossa saída - prosseguiu Scolari, demitido em agosto, menos de dois meses depois da retomada das competições com o fim da Copa América.
A eliminação para o Grêmio, na Libertadores, foi ainda mais marcante. O Verdão tinha vencido a ida das quartas de final, em Porto Alegre, por 1 a 0. Mas perdeu, de virada, por 2 a 1, no Pacaembu, caindo por ter feito menos gols fora de casa. Causando uma frustração que já tinha ocorrido na semifinal do ano anterior, quando o Boca Juniors ganhou por 2 a 0 na Argentina e avançou à final com 2 a 2 no Allianz Parque. O sonho de outra Libertadores no clube, então, não foi cumprido por Felipão.
- Quando vim para o Palmeiras, a intenção era ganhar mais uma Libertadores em um, dois anos. Era tudo que queríamos e imaginávamos em 2018 e 2019. Tínhamos uma excelente equipe, bem organizada, e com a possibilidade de contrato de um ou outro jogador. Perdemos em dois momentos cruciais, por determinadas situações que não conhecíamos ou conhecíamos e não conseguimos fazer com que o adversário fizesse errado - lembrou.
- Pecamos, contra o Boca Juniors, em dois momentos no segundo tempo e tomamos dois gols, e o Boca Juniors soube se colocar à vontade no segundo jogo. Depois, em casa, tivemos dificuldade contra o Grêmio e fomos superados em dois momentos, principalmente, com a qualidade muito grande de um atleta do Grêmio - recordou, falando do atacante Everton.
Felipão, campeão da Copa do Mundo de 2002 com a Seleção Brasileira, ainda define a Libertadores que venceu com o Palmeiras, em 1999, como a sua principal conquista na competição continental de clube. Maior até do que a edição de 1995, que ganhou à frente do Grêmio.
- A Libertadores que ganhamos foram difíceis, como é normal. Pela história, o melhor jogo foi o nosso jogo final, ganhando nos pênaltis, pelo Palmeiras, com o Zinho, nosso melhor batedor, começando acertando a trave, o Marcos caindo nos cantos errados e fomos até a quarta bola com ela batendo na trave e passando, nas costas do Marcos, a centímetros de entrar. E ganhamos no último pênalti. Embora tenha ganhado só duas, essa vou me lembrar como a melhor de todas, por ter sido mais difícil - recordou.
Palmeiras, Felipão, Entrevista, Deyverson, Rendimento, Brasileirão, 2018, Verdão
Postado por
Murillo Ciotti
-
3915 visitas - Fonte: LANCE
Mais notícias do Palmeiras
Notícias de contratações do PalmeirasNotícias mais lidas

URGENTE: Palmeiras realiza sondagens por atacante de gigante europeu
ADEUS DE JOIA! Jovem se despede do Palmeiras e assina com Sporting até 2031
RECUSOU R$ 90 MILHÕES! Palmeiras segura joias da base e manda recado à Europa
ABEL GANHA FÔLEGO! STJD dá resposta sobre punição; vai comandar o Palmeiras
INACREDITÁVEL! Ex-Palmeiras é vendido por 12 milhões de doláres mas não renderá nada ao Verdão
QUER VOLTAR! Raphael Veiga abre o jogo sobre futuro e manifesta desejo de retornar ao Palmeiras
PROVOCOU O SANTOS?! Palmeiras rebate publicação de Neymar nas redes e provoca o eliminado Santos
Sem Abel e com desfalques, Palmeiras aposta em mudanças táticas para enfrentar o Botafogo
FAZ O PIX! Palmeiras garante premiação astronômica após classificação na Copa do Brasil
FOI OFERECIDO! Ex-Flamengo entra no radar do Palmeiras na reta final da janela
Felipão....vai vc e o Deyverson ( pra aquele lugar)...bem longe do meu PALMEIRAS.
Era só o que faltava, o Palmeiras dependendo de um jogador, e justo o deyverson perna de pau, se liga Felipão!!!!