1/6/2020 12:19
O ato reuniu membros da Gaviões da Fiel, Mancha Alviverde, Independente, Torcida Jovem do Santos, Palmeiras Antifascista, Democracia Corintiana, e Porcomunas, além de outros grupos. A manifestação, que levantava bandeiras democráticas e também assimilou pautas contra o Governo Federal, terminou por volta das 14h, quando a Polícia Militar de São Paulo disparou bombas de efeito moral e balas de borracha.
"A gente nota na torcida que a paciência esgotou. Causa revolta ver o presidente falar de 'gripezinha' e de 'cloroquina'. Não é uma posição oficial da Gaviões, mas grande parte da torcida está revoltada. Foram 12 sócios mortos por Covid-19... Não é só com nota oficial que se pode reagir a esse ataque diário contra a democracia", comentou Chico Malfitani, um dos fundadores da Gaviões de Fiel e presente na manifestação.
"Nossa ideia agora é ser um 'gatilho de pólvora'. É riscar o primeiro fósforo, já que os partidos de oposição e movimentos populares não se manifestam. Entendemos que tem pandemia, mas chega uma hora que temos que mostrar que o povo quer democracia. Nós somos 70%. Não é possível que 30% vão impor vontade de ditadura militar. A Gaviões foi fundada na ditadura, sabemos o que é isso", acrescentou.
O grupo responsável pelo protesto reúne diversas lideranças e membros de movimentos organizados do futebol — sem barreiras por suas preferências clubísticas. Em tempos de pandemia por novo coronavírus, o diálogo é realizado por intermédio das redes sociais e quer abranger o máximo possível de torcedores.
"Para a gente era uma questão de autoafirmação. Pensamos que precisávamos ir, e surgiu a ideia entre os grupos. Alguns já estavam falando com pessoal da Democracia Corintiana de fazer este protesto e alinharam. A ala da Gaviões sabia que iríamos. Tinha data e horário, quando chegamos lá tinham umas 3 mil pessoas", relatou Gabriel Santoro, palmeirense presente no ato deste domingo.
Verdão, Torcida, Manifestação, Democracia, Palmeiras
"Riscar o 1º fósforo": como as organizadas saíram em defesa da democracia
Torcedores de diversos grupos organizados dos quatro clubes paulistas mais tradicionais —Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo — ocuparam parte da avenida Paulista durante a tarde deste domingo (31). Membros de torcidas mais conhecidas e braços antifascistas se uniram em marcha pela defesa da democracia. Estima-se que havia entre 2 mil e 4 mil no movimento.
O ato reuniu membros da Gaviões da Fiel, Mancha Alviverde, Independente, Torcida Jovem do Santos, Palmeiras Antifascista, Democracia Corintiana, e Porcomunas, além de outros grupos. A manifestação, que levantava bandeiras democráticas e também assimilou pautas contra o Governo Federal, terminou por volta das 14h, quando a Polícia Militar de São Paulo disparou bombas de efeito moral e balas de borracha.
"A gente nota na torcida que a paciência esgotou. Causa revolta ver o presidente falar de 'gripezinha' e de 'cloroquina'. Não é uma posição oficial da Gaviões, mas grande parte da torcida está revoltada. Foram 12 sócios mortos por Covid-19... Não é só com nota oficial que se pode reagir a esse ataque diário contra a democracia", comentou Chico Malfitani, um dos fundadores da Gaviões de Fiel e presente na manifestação.
"Nossa ideia agora é ser um 'gatilho de pólvora'. É riscar o primeiro fósforo, já que os partidos de oposição e movimentos populares não se manifestam. Entendemos que tem pandemia, mas chega uma hora que temos que mostrar que o povo quer democracia. Nós somos 70%. Não é possível que 30% vão impor vontade de ditadura militar. A Gaviões foi fundada na ditadura, sabemos o que é isso", acrescentou.
O grupo responsável pelo protesto reúne diversas lideranças e membros de movimentos organizados do futebol — sem barreiras por suas preferências clubísticas. Em tempos de pandemia por novo coronavírus, o diálogo é realizado por intermédio das redes sociais e quer abranger o máximo possível de torcedores.
"Para a gente era uma questão de autoafirmação. Pensamos que precisávamos ir, e surgiu a ideia entre os grupos. Alguns já estavam falando com pessoal da Democracia Corintiana de fazer este protesto e alinharam. A ala da Gaviões sabia que iríamos. Tinha data e horário, quando chegamos lá tinham umas 3 mil pessoas", relatou Gabriel Santoro, palmeirense presente no ato deste domingo.
Verdão, Torcida, Manifestação, Democracia, Palmeiras
Postado por
Thiago martins De Almeida
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Essa mídia podre fica incentivando a banda podre das Organizadas a praticarem Terrorismo, dizendo ser ato Democrático, quero vê quando volta os jogos e começarem a vandalizar e agredir torcedores. Lamentável o que a falta de Verba Pública faz com os Mamadores do Governo e os Usurpadores do Poder..
Tá certo, tem que ser contra esse presidente corrupto que quer interferir na polícia federal mesmo!
Bolsomito 2022...... Foda se globolixo... Rede Morte de televisão...
Alguém está pagando para essas torcidas se unirem. Precisa ser investigado isso. Quero ver união quando começar o campeonato.
Se existe o minimo de verdade nas palavras destes meliantes deveriam cobrar o STF, governadores e prefeitos pq essa mentira nao e motivo para fazer badernas
Defesa da democracia aonde. O que se viu foi vandalismo e falta de respeito com a bandeira nacional.um bando de bandidos isso sim.
A questão é a perda das verbas pros desfiles de carnaval