3/8/2020 09:36
Se de um lado existe um time que estava desacreditado e chega à quarta final consecutiva, em busca de um tetra inédito, do outro, há um rival querendo se livrar de um histórico de freguesia que dominou o confronto nos últimos anos. Claro que uma derrota não cairia bem para o time de Parque São Jorge, mas o histórico recente mostra que os estragos seriam maiores do outro lado.
Com oito derrotas nas últimas 12 partidas, os duelos com o Corinthians são os que mais pressionam Maurício Galiotte durante a sua gestão. A frase "precisamos aprender a jogar o dérbi" é repetida com regularidade nas arquibancadas e ecoa nas alamedas do Palestra Itália.
Só as derrotas para o Flamengo, no ano passado, causaram turbulência comparável. Foi a derrota para o Corinthians, com atuação polêmica da arbitragem, que eclodiu a grande crise entre Palmeiras e Federação Paulista de Futebol no episódio marcado como "Paulistinha" em 2018. É o Corinthians o time que mais incomoda no Allianz Parque: são sete jogos, com quatro derrotas palmeirenses.
Aliás, o péssimo desempenho do Palmeiras no clássico na atual gestão é o que faz o retrospecto histórico entre eles voltar a ser equilibrado depois de quase 50 anos de predominância verde. Perder de novo seria uma passagem direto pro inferno e uma turbulência para Vanderlei Luxemburgo comandar daqui para frente. O treinador já teve uma mostra quando viu sua equipe ser derrotada pelos arquirrivais na primeira fase, com depredação na sede social.
Um triunfo contra o Corinthians na final significaria o oposto. Seria a chance de entrar no Brasileirão com um respaldo para que os garotos continuem a se desenvolver. Seria o apoio para Luxemburgo mostrar que pode vencer, finalmente, um time de Série A em 2020, fato que não aconteceu até aqui.
É a chance para o Palmeiras ganhar um campeonato de mata-mata, coisa que não acontece desde 2015, na Copa do Brasil. Na comissão técnica, há o consenso que ganhar do Corinthians é a chance de dar "punch" para os garotos que são apontados como a esperança para o futuro.
É em um título como esse que algum jogador pode se candidatar ao cargo de substituto de Dudu. Não no aspecto técnico, mas na função de ídolo, de identificação com o torcedor. E tudo começa quarta-feira, 21h30.
Palmeiras, Derby, Final, Clássico, Futebol
Não há meio termo para o Palmeiras contra o Corinthians: é céu ou inferno
Tão logo a final contra o Corinthians foi confirmada no Paulistão, o clima entre conselheiros e diretores do Palmeiras era unânime: agora, vai ou racha. Minutos depois do triunfo liderado pela base contra a Ponte Preta, o panorama era de um Alviverde muito mais pressionado, em um encontro que não há meio-termo. É céu ou inferno.
Se de um lado existe um time que estava desacreditado e chega à quarta final consecutiva, em busca de um tetra inédito, do outro, há um rival querendo se livrar de um histórico de freguesia que dominou o confronto nos últimos anos. Claro que uma derrota não cairia bem para o time de Parque São Jorge, mas o histórico recente mostra que os estragos seriam maiores do outro lado.
Com oito derrotas nas últimas 12 partidas, os duelos com o Corinthians são os que mais pressionam Maurício Galiotte durante a sua gestão. A frase "precisamos aprender a jogar o dérbi" é repetida com regularidade nas arquibancadas e ecoa nas alamedas do Palestra Itália.
Só as derrotas para o Flamengo, no ano passado, causaram turbulência comparável. Foi a derrota para o Corinthians, com atuação polêmica da arbitragem, que eclodiu a grande crise entre Palmeiras e Federação Paulista de Futebol no episódio marcado como "Paulistinha" em 2018. É o Corinthians o time que mais incomoda no Allianz Parque: são sete jogos, com quatro derrotas palmeirenses.
Aliás, o péssimo desempenho do Palmeiras no clássico na atual gestão é o que faz o retrospecto histórico entre eles voltar a ser equilibrado depois de quase 50 anos de predominância verde. Perder de novo seria uma passagem direto pro inferno e uma turbulência para Vanderlei Luxemburgo comandar daqui para frente. O treinador já teve uma mostra quando viu sua equipe ser derrotada pelos arquirrivais na primeira fase, com depredação na sede social.
Um triunfo contra o Corinthians na final significaria o oposto. Seria a chance de entrar no Brasileirão com um respaldo para que os garotos continuem a se desenvolver. Seria o apoio para Luxemburgo mostrar que pode vencer, finalmente, um time de Série A em 2020, fato que não aconteceu até aqui.
É a chance para o Palmeiras ganhar um campeonato de mata-mata, coisa que não acontece desde 2015, na Copa do Brasil. Na comissão técnica, há o consenso que ganhar do Corinthians é a chance de dar "punch" para os garotos que são apontados como a esperança para o futuro.
É em um título como esse que algum jogador pode se candidatar ao cargo de substituto de Dudu. Não no aspecto técnico, mas na função de ídolo, de identificação com o torcedor. E tudo começa quarta-feira, 21h30.
Palmeiras, Derby, Final, Clássico, Futebol
Postado por
Thiago martins De Almeida
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Agora mata morre na tem desculpa maioria do jogadores joga 4 anos mais derrota que vitoria nesse 4 anos guanto tecnico passou em 6meses passou tres tecnico 4anos acho passou dez tecnico comisao tecnico do palmeira vamos agora mais forte dois jogo e ceu ou inferno comisao tecnico agora chegou agora tudo ou nada cobre dos atleta mostrar porque esta guatro anos pouca produtividade importante e jogar feio e ganhar nem nisso dentro de 4 anos acontece mauricio perder faz parte de futebol perder sem com vontade e guarra como mauricio tantos faz palmeira ganhar ou perder mas para quem paga com dinheiro trabalhado 12 horas suado tem direito de assistir espetaculo vibrante vitorioso cabeca de mauricio e paulo nobre bem diferende brasil passou 12 presidente ate hj que bolsaunaro esta tampando buraco de pt lava jado rombou brasil mesmo palmeira so paulo nobre pode salvar palmeira agora no 2021 desculpa tia leila for eleito palmeira cai para B
E ganhar e comecar a virar essa fase de freguês desses fdp.
Agora é hora de largar o face, wts, as baladas.. é hora de focar, temos que ganhar isso de todo jeito. Virem homem e honre o manto.