11/2/2021 08:15
Financeiramente, o prêmio diferencia o terceiro e o quarto colocados por 500 mil dólares (R$ 2,6 milhões). Quem ficar com o bronze embolsa R$ 13,4 mi, enquanto a Fifa destina R$ 10,75 mi para quem sair derrotado do duelo entre Palmeiras x Al-Ahly.
Esportivamente, o confronto também possui um peso de responsabilidade para a equipe alviverde. Nunca uma equipe da Conmebol ficou abaixo do terceiro lugar neste formato de Mundial.
A primeira vez que um sul-americano caiu na semifinal foi em 2010, quando o Internacional acabou eliminado pelo Mazembe, do Congo. O time colorado se reabilitou na disputa pelo bronze, bateu o Seongnam por 4 a 2 e terminou com a terceira colocação.
Em 2013 foi a vez do Atlético-MG cair na semifinal para outro africano, o Raja Casablanca, que estava no Mundial como campeão do país sede (Marrocos). A equipe mineira, que contava com Marcos Rocha como titular na lateral direita, venceu o Guangzhou Evergrande, da China, por 3 a 2, e também ficou em terceiro.
O sul-americano voltou a falhar na semifinal em 2016, com o Atlético Nacional, da Colômbia, caindo para o Kashima Antlers, também representante do país sede (Japão). A recuperação dos colombianos veio com a vitória nos pênaltis sobre o América-MG e a medalha de bronze.
Antes do Palmeiras, a última eliminação precoce de um representante da Conmebol ocorreu em 2018. Depois de vencer a final da Libertadores contra o Boca Juniors em Madri, o River foi aos Emirados Árabes e perdeu para o Al-Ain, representante local. No terceiro lugar, goleada por 4 a 0 sobre o Kashima Antlers.
Portanto, a vitória sobre o Al-Ahly ameniza a campanha do Palmeiras no Mundial de Clubes. Fora que, em um ano de pandemia com cálculo de R$ 200 milhões a menos de arrecadação, qualquer premiação além do esperado surge como bem-vinda.
Palmeiras, Mundial, Al Ahly, Terceiro, Premiação, Verdão
Premiação extra e escrita sul-americana: Palmeiras encara o Al Ahly em busca do terceiro lugar no Mundial
Contra o Al-Ahly, Verdão tenta evitar pior campanha de clube da América do Sul no torneio
Afinal, o terceiro lugar do Mundial de Clubes vale além da medalha de bronze para o Palmeiras. O confronto desta quinta-feira contra o Al-Ahly, do Egito, marcado para as 12h (de Brasília), representa também um bônus financeiro considerável e pode evitar que a equipe alviverde quebre uma escrita e tenha a pior participação de um brasileiro na história da competição.
Financeiramente, o prêmio diferencia o terceiro e o quarto colocados por 500 mil dólares (R$ 2,6 milhões). Quem ficar com o bronze embolsa R$ 13,4 mi, enquanto a Fifa destina R$ 10,75 mi para quem sair derrotado do duelo entre Palmeiras x Al-Ahly.
Esportivamente, o confronto também possui um peso de responsabilidade para a equipe alviverde. Nunca uma equipe da Conmebol ficou abaixo do terceiro lugar neste formato de Mundial.
A primeira vez que um sul-americano caiu na semifinal foi em 2010, quando o Internacional acabou eliminado pelo Mazembe, do Congo. O time colorado se reabilitou na disputa pelo bronze, bateu o Seongnam por 4 a 2 e terminou com a terceira colocação.
Em 2013 foi a vez do Atlético-MG cair na semifinal para outro africano, o Raja Casablanca, que estava no Mundial como campeão do país sede (Marrocos). A equipe mineira, que contava com Marcos Rocha como titular na lateral direita, venceu o Guangzhou Evergrande, da China, por 3 a 2, e também ficou em terceiro.
O sul-americano voltou a falhar na semifinal em 2016, com o Atlético Nacional, da Colômbia, caindo para o Kashima Antlers, também representante do país sede (Japão). A recuperação dos colombianos veio com a vitória nos pênaltis sobre o América-MG e a medalha de bronze.
Antes do Palmeiras, a última eliminação precoce de um representante da Conmebol ocorreu em 2018. Depois de vencer a final da Libertadores contra o Boca Juniors em Madri, o River foi aos Emirados Árabes e perdeu para o Al-Ain, representante local. No terceiro lugar, goleada por 4 a 0 sobre o Kashima Antlers.
Portanto, a vitória sobre o Al-Ahly ameniza a campanha do Palmeiras no Mundial de Clubes. Fora que, em um ano de pandemia com cálculo de R$ 200 milhões a menos de arrecadação, qualquer premiação além do esperado surge como bem-vinda.
Palmeiras, Mundial, Al Ahly, Terceiro, Premiação, Verdão
Postado por
Murillo Ciotti
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