Endrick celebra título pela Seleção Sub-17 e revela papo com os pais sobre confusão com argentinos: "Pais falam para não brigar"
Atacante de 15 anos foi artilheiro e melhor jogador em conquista do torneio de Montaigu
Ao lado de Luiz Guilherme, seu companheiro de Palmeiras, Endrick brilhou intensamente na conquista da seleção brasileira sub-17 no torneio de Montaigu. Ele marcou um dos gols da final e sofreu pênalti nos 2 a 1 contra a Argentina, nesta tarde de segunda, pela final da competição na França.
Aos 15 anos - Endrick completa 16 anos em 21 de julho -, o garoto fez cinco gols em quatro jogos e terminou como artilheiro e melhor jogador da competição. Dois prêmios individuais que carrega para o Brasil, mas não mexem com a cabeça do jovem jogador.
- É coisa de Deus. Inexplicável o que está acontecendo na minha vida. Mas o mais importante é ficar com a cabeça no lugar. Manter minha humildade. Não me exaltar com nada, por ter sido melhor jogador e artilheiro também. Isso tudo a equipe me ajudou, se não fosse eles não teria conquistado. Foi incrível para mim, não imaginava jogar tão bem assim por causa das expectativas, mas eu não ligo tanto. Graças a Deus pude fazer boa competição e terminar assim - comentou o jovem jogador, muito lúcido, em entrevista divulgada pela CBF.
O entrosamento com o companheiro Luiz Felipe, camisa 10 e um dos destaques da conquista, é natural, explicou Endrick. Os dois jogam juntos na base do Palmeiras e têm amizade fora de campo.
Em campo, o jovem atacante palmeirense também chamou a atenção por tentar apartar o princípio de briga entre argentinos e brasileiros no apito final.
- Preciso agradecer muito também aos meus pais. Meus pais falam bastante para não brigar, para sempre ajudar a tirar a briga. Infelizmente aconteceram coisas no jogo que foram lamentáveis para o espetáculo e eu pude também ajudar a tirar um pouco da briga. Isso eu tento colocar a mais na minha carreira - comentou Endrick.
A delegação da seleção brasileira retorna nesta tarde para o Brasil. Foi a segunda conquista no tradicional torneio de Montaigu - a primeira foi em 1984. A competição também foi a primeira disputada pelo novo treinador Phelipe Leal, campeão mundial na categoria como auxiliar de Guilherme Dalla Dea em 2019, na Copa do Mundo sediada pelo Brasil.
Postado por Henrique Monteiro Cesaretti - 4539 visitas - Fonte: globoesporte.com
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Nossos dirigentes têm que gerir com muita eficiência a carreira desses garotos! Endrik e Luiz Guilherme merecem toda atenção e não podem ser negociados antes de completarem 23 anos! Mas infelizmente pelo visto, a Leila vai vendê-lo ao exterior logo logo! Uma pena, pois a tendência é depois ficar sem grana e sem craques
Endrick, craque também com as palavras!!! Bom garoto, humilde com a cabeça no lugar, tem um futuro espetacular. Parabéns à todos que fazem parte desse projeto, principalmente os pais... avante palestra.