7/5/2022 08:37
"Eu fui conversar [na faculdade]. Mas era muito rígido, eu não ia poder faltar por causa dos jogos e, então, optei por jogar futebol", contou o uruguaio, em entrevista ao UOL Esporte. "Mas eu teria gostado de seguir estudando e me tornado um engenheiro também", acredita.
Piquerez está no Palmeiras desde agosto de 2021, vindo do Peñarol (URU). Chegou ao clube justamente para substituir o compatriota Matias Viña, negociado com a Roma (ITA). "Ele me disse que o Palmeiras era o maior clube do Brasil e da América. Inclusive, em termos de estrutura, ele falou que não tem diferença para a Roma", contou.
No Brasil, em menos de um ano, ganhou uma Copa Libertadores, um Campeonato Paulista e a Recopa Sul-Americana. E também conquistou amizades. Com os demais estrangeiros do time, tem em comum o idioma e o apreço pelo mate, aqui chamado de chimarrão, que os acaba unindo. E com Gustavo Scarpa, passou a partilhar, depois de um tempo, a amizade e o gosto pelo cubo mágico.
De tão interessado pelo quebra-cabeça criado nos anos 1970, Piquerez até deixou de lado o jogo de xadrez e a leitura, seus passatempos preferidos.
"Agora estou estudando cubo mágico. Mas eu li muitos livros ligados à parte psicológica, como "O Segredo" e "Os quatro compromissos". Lii também a biografia do Diego Godín [zagueiro uruguaio, atualmente jogador do Atlético-MG] e do [jogador espanhol Andrés] Iniesta", conta.
"O Scarpa fala que estou bem [no cubo], que sou o segundo melhor depois dele. Consigo montar em menos de um minuto", conta Piquerez. "O Mayke é bom, também. E o pior é o Kuscevic. A gente fica enchendo o saco dele. O chileno não consegue, não tem jeito", brinca o uruguaio, evocando uma rivalidade de séculos entre os dois povos sul-americanos. "Precisamos fazer um campeonato, para ver quem é o melhor aluno do Scarpa", brinca.
Falando mais de Scarpa, não há palmeirense que se esqueça das brincadeiras que o meia fez com Piquerez após a conquista da Libertadores, quando imitava a voz do lateral, rouca e hidratada com cerveja, comemorando, de cima de um trio elétrico, a conquista da Libertadores pelo Palmeiras justamente em seu país natal. Ou das brincadeiras que faz, dizendo que o chileno Kuscevic é argentino, ou que Piquerez é boliviano.
"Eu acho que o Scarpa não queria ser brasileiro, ele queria ser gringo", brinca Piquerez.
Piquerez, 2022, engenheiro, Palmeiras
Piquerez quase virou engenheiro antes de ser jogador profissional
Joaquín Piquerez, 23, teve de fazer uma opção quando concluiu o ensino médio em Montevidéu, no Uruguai. Ou seguiria no futebol, esporte no qual demonstrava aptidão e talento, aliados a uma boa estatura e muita força física. Ou cursava engenharia, calcado em sua facilidade para os cálculos e sua paixão pelos números, em especial nas aulas de física, durante seu período escolar. Venceu aquela que era sua companheira desde que começou a andar: a bola.
"Eu fui conversar [na faculdade]. Mas era muito rígido, eu não ia poder faltar por causa dos jogos e, então, optei por jogar futebol", contou o uruguaio, em entrevista ao UOL Esporte. "Mas eu teria gostado de seguir estudando e me tornado um engenheiro também", acredita.
Piquerez está no Palmeiras desde agosto de 2021, vindo do Peñarol (URU). Chegou ao clube justamente para substituir o compatriota Matias Viña, negociado com a Roma (ITA). "Ele me disse que o Palmeiras era o maior clube do Brasil e da América. Inclusive, em termos de estrutura, ele falou que não tem diferença para a Roma", contou.
No Brasil, em menos de um ano, ganhou uma Copa Libertadores, um Campeonato Paulista e a Recopa Sul-Americana. E também conquistou amizades. Com os demais estrangeiros do time, tem em comum o idioma e o apreço pelo mate, aqui chamado de chimarrão, que os acaba unindo. E com Gustavo Scarpa, passou a partilhar, depois de um tempo, a amizade e o gosto pelo cubo mágico.
De tão interessado pelo quebra-cabeça criado nos anos 1970, Piquerez até deixou de lado o jogo de xadrez e a leitura, seus passatempos preferidos.
"Agora estou estudando cubo mágico. Mas eu li muitos livros ligados à parte psicológica, como "O Segredo" e "Os quatro compromissos". Lii também a biografia do Diego Godín [zagueiro uruguaio, atualmente jogador do Atlético-MG] e do [jogador espanhol Andrés] Iniesta", conta.
"O Scarpa fala que estou bem [no cubo], que sou o segundo melhor depois dele. Consigo montar em menos de um minuto", conta Piquerez. "O Mayke é bom, também. E o pior é o Kuscevic. A gente fica enchendo o saco dele. O chileno não consegue, não tem jeito", brinca o uruguaio, evocando uma rivalidade de séculos entre os dois povos sul-americanos. "Precisamos fazer um campeonato, para ver quem é o melhor aluno do Scarpa", brinca.
Falando mais de Scarpa, não há palmeirense que se esqueça das brincadeiras que o meia fez com Piquerez após a conquista da Libertadores, quando imitava a voz do lateral, rouca e hidratada com cerveja, comemorando, de cima de um trio elétrico, a conquista da Libertadores pelo Palmeiras justamente em seu país natal. Ou das brincadeiras que faz, dizendo que o chileno Kuscevic é argentino, ou que Piquerez é boliviano.
"Eu acho que o Scarpa não queria ser brasileiro, ele queria ser gringo", brinca Piquerez.
Piquerez, 2022, engenheiro, Palmeiras
Postado por Pedro Antonio Julião Cheni - 4044 visitas - Fonte: Uol Esporte
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Piquerez quase engenheiro, Abel empreiteiro, Dudu construtor, Veiga executor, Gustavo Gomes capataz.
Bom ambiente gera bons resultados, qye continuem assim.. Avante Palestra.