Camila Alves e Thiago Ferri explicam os novos problemas no gramado do Allianz Parque A WTorre negocia com novas fornecedoras para assumir os cuidados da grama sintética no estádio. A empresa, que prepara a troca do gramado do Allianz Parque para o fim do ano, está na fase de discutir propostas, orçamentos e sugestões de equipamentos para definir qual será utilizado. A administradora trabalha com a Soccer Grass, mas uma troca de fornecedor está em discussão e entre outros proponentes conversa com a Total Grass, que gerencia os gramados da Academia de Futebol do Verdão e da Arena Barueri, estádio que é administrado por uma das empresas de Leila Pereira. A Soccer Grass recomenda a utilização da mesma tecnologia de grama atual, uma vez que entende que nenhuma outra passou pelo nível de testagem que a do Allianz, com 77 eventos de grande porte no ano passado e recorde de shows. A Total Grass atende a Arena Barueri, o Pacaembu, o Nilton Santos e a Arena MRV. Entende, porém, que o Allianz precisará de um produto diferente do que utiliza nas demais, porque não há amostragem de que ela vá aguentar o volume de eventos do estádio. Seria uma tecnologia para a durabilidade de cinco a seis anos, mas com a mesma jogabilidade, mudando questões de estrutura para que a resistência seja maior. O custo estimado pela empresa é cerca de R$ 10 milhões, semelhante ao investido na instalação inicial ainda em 2020. Como o Allianz Parque se transforma entre shows e jogos do Palmeiras Essas empresas são responsáveis por importar e montar os equipamentos, que são fabricados fora do país. O tapete de grama sintética, por exemplo, costuma ser fabricado na Holanda, enquanto o preenchimento de cortiça vem de Portugal. Dessa vez, diferentemente do ano passado em que somente o Infill foi trocado (do termoplástico para a cortiça), será necessária a troca de três camadas: o Shock-Pad, que faz o amortecimento do campo, o tapete de grama sintética e o Infill, que é a cortiça. O gramado atual está certificado pela Fifa, aprovado nas vistorias, mas entende-se que o material perdeu um pouco de "memória", que é a tecnologia responsável por fazer a grama voltar à vertical após receber peso. Isso tem deixado o jogo mais rápido e dificultado o domínio da bola, por exemplo, segundo relatos do time alviverde, sendo o motivo para as críticas de Abel.
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Infelizmente, essa novela promete muitos capítulos! Tomara que desta vez eles escolham um gramado que ajude a fluir o nosso futebol, que ultimamente anda muito tímido!