Na última quinta-feira, 4 de junho, o futebol brasileiro perdeu um de seus grandes ídolos. João Leiva Campos Filho, conhecido como Leivinha, faleceu aos 76 anos. O ex-jogador, que se destacou principalmente no Palmeiras durante a década de 1970, lutava contra o mal de Alzheimer.
Leivinha foi um dos principais nomes da famosa “Segunda Academia” do Palmeiras, conquistando dois títulos do Campeonato Brasileiro e um Campeonato Paulista. Com seu estilo de jogo característico, que incluía toques rápidos e uma presença marcante na área, ele se tornou um dos artilheiros da história do clube, com 106 gols em 263 partidas.
No cenário europeu, sua passagem pelo Atlético de Madrid também foi memorável, onde ele anotou 41 gols em 90 aparições. Além de sua trajetória em clubes, Leivinha vestiu a camisa da Seleção Brasileira em 27 ocasiões, contribuindo com sete gols e participando da Copa do Mundo de 1974, onde se destacou ao marcar o que seria considerado o milésimo gol da história da seleção.
Durante sua carreira, Leivinha não apenas brilhou com sua habilidade individual, mas também ajudou a consolidar um estilo de jogo coletivo que encantou torcedores em todo o país. Ele jogou ao lado de outros grandes nomes do futebol brasileiro, fortalecendo ainda mais sua lenda como um dos maiores jogadores de sua geração.
Por fim, sua aposentadoria em 1979, pelo São Paulo, veio após uma lesão no joelho, que limitou suas atuações e forçou sua saída dos gramados. A administração dos atletas e a recuperação de lesões estão entre os desafios que os clubes enfrentam, e o legado de Leivinha se destaca como um alerta sobre a importância do cuidado com os jogadores ao longo de suas carreiras.
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